quarta-feira, 27 de junho de 2012

Reta final: A historia Tem que continuar!!


Entramos na reta final do projeto, mais ainda temos grandes historias para contar, como essa do repórter Felipe Augusto.


Vôleicâmbio: bastidores

Cinco e meia da manhã. Um horário típico para eu acordar numa vida que se mistura o lado profissional e acadêmico. Para acordar nesse horário a vida acadêmica me chama e parto rumo ao Alvorada.

Às seis e meia pego o ônibus rumo ao terminal com os olhos querendo fechar. A viagem é rápida, chego às sete horas no terminal e logo pego a 169- Alvorada e pergunto ao motorista:

- Me avise quando chegarmos ao Centro Esportivo.
           
-Claro que sim – respondeu ele.

Chego lá e o motorista me dá as coordenadas para chegar ao centro. Vou reto e viro à esquerda. Pergunto a um senhor onde fica o centro e pergunta.

-Por que você quer saber?

- Vou fazer uma entrevista!

Ele olha abismado e não fala nada.

Fico à espera do meu colega de reportagem, Kaíque e fico observando os senhores e senhoras atletas que estão prestes a jogar um esporte desconhecido por mim e muitos.

O horário que começaria o treino seria às oito da manhã, mas devido ao recesso, nenhum guarda municipal apareceu para abrir o centro esportivo. Com isso o treino foi transferido para a quadra do Corpo de Bombeiros do bairro.

Nossa abordagem foi bem inexperiente. Seguimos eles e quando chegamos lá falamos com um dos atletas, que chamou a responsável pelo grupo, Nádia Donizete Assis, 48 anos. Com muita animação ela aceitou que acompanhássemos o treino.

A primeira iniciativa foi gravar vídeos e tirar fotos do treino.

O final da primeira parte chegou e foi à vez de entrevistarmos dona Vilma, um exemplo de vida para qualquer um. Vilma se recupera de um câncer de mama com a ajuda do vôleicâmbio.

Dona Vilma se mostrou uma verdadeira especialista em esportes. Pergunto a ela se tinha acompanhado a partida da seleção brasileira de vôlei no dia anterior a entrevista e logo indagou que sim e havia acompanhado os jogos inaugurais da Eurocopa.

Após essa entrevista foi à vez de Nádia nos contar e se emocionar em uma entrevista que misturou certa crítica em seu começo e logo após a emoção falou mais alto.

Com o fim do treino encontramos o casal mais velho da turma. Paulo e Rosa Takano brincaram com suas idades dizendo que são os caçulas da turma. E o humor de Seu Paulo ficou evidente quando referiu que seu sobrenome ajudava muito na hora do jogo.






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